Autoconhecimento na prática: 6 dicas para desenvolver o seu!

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Você já deve ter ouvido falar que se autoconhecer é importante para alcançar seus objetivos e ter sucesso, mas na prática, o que isso quer dizer?

Em primeiro lugar, é o autoconhecimento que vai definir o que é “sucesso” para você. Quando você se conhece, sabe onde quer chegar e, consequentemente, vai ter mais pistas para saber o que é preciso fazer para chegar lá. 

Tudo isso é decidido com base nos seus valores e sua realidade, de acordo com o que importa e faz sentido para você.

Falar é mais fácil do que fazer, certo? A gente sabe que precisa se conhecer, mas não sabe muito bem por onde começar. Por isso, muita gente pensa que buscar autoconhecimento é difícil ou que demanda muito dinheiro para ser gasto com terapia. Este não é o único caminho.

Neste conteúdo, você vai entender que o autoconhecimento é um processo constante, que demanda um esforço consciente. Por outro lado, ele não precisa ser difícil (embora possa ser desconfortável às vezes). Confira agora algumas práticas que você pode adotar na sua vida diária que vão te ajudar a se conhecer melhor.

1. Procure um “por que” em tudo o que você faz

Este é um dos principais motivos pelos quais a terapia é uma excelente ferramenta para acelerar o seu autoconhecimento. Ao refletir sobre sua rotina e atitudes, você  observa seus próprios pensamentos, ações, impulsos e preferências. Assim é possível encontrar respostas e padrões de comportamento que você nem imaginava que existiam.

Um exercício bom de questionamento que favorece esse desenvolvimento pessoal é perguntar por que você faz o que faz. Se gosta de ler livros, por exemplo, tire alguns minutos para pensar: “Por que gosto de ler?”. É algo que te ajuda a se colocar no lugar dos outros? Estimula sua criatividade? Te deixa “fora da realidade” por alguns segundos? E por que isso é bom?

Da mesma forma, se estiver tentando adotar o hábito de ler mais e não consegue, questione-se: “por que não consigo ler tanto quanto gostaria?”. Será que você não escolheu um livro que realmente gosta ou não acha que o tempo para ler é uma prioridade na sua rotina?

2. Procure (e ouça!) feedbacks

Esta pode ser a dica mais difícil. Afinal, ao abordar as pessoas para obter feedbacks sobre seu comportamento e personalidade, sua insegurança pode fazer você se sentir na defensiva, ou até mesmo fechar sua mente para as críticas. 

Acolha este sentimento, porque você provavelmente vai ouvir coisas que vão te surpreender e até te magoar. Mas perceba que, sem correção, seus pontos fracos limitam o quão longe você pode ir. 

Começar a perguntar para os seus amigos mais próximos ou familiares sobre suas qualidades e defeitos é um bom ponto de partida. Além disso, é importante ter uma lista mental do você considera seus pontos fortes e fracos durante essas conversas.

Por fim, tente olhar além da ideia de “o único” mentor que o ajudará na jornada de autodescoberta, pois pode ser complicado colocar sua vida (e autoestima) nas mãos de uma única pessoa. A palavra final sempre deve vir da sua própria opinião.

3. Converse com quem você (ainda) não conhece

É claro que devemos ter atenção com nossa segurança ao conversar com desconhecidos, mas o processo de conhecer uma pessoa nova pode ajudar bastante a compreender a percepção que tem de si.

Ao se descrever para alguém que não te conhece (seja um novo amigo, seja para um terapeuta), você tem que organizar e expressar as percepções que tem sobre si, apresentar suas visões de mundo, descrever o que gosta e o que não gosta. 

Além disso, ser questionado por quem está tentando te conhecer aprofunda ainda mais esse processo. Afinal, ao tentar colocar a sua essência em palavras, você acaba entendendo e consolidando seus valores. Colocar seus sentimentos em palavras têm um efeito terapêutico em seu cérebro.

4. Faça testes de personalidade (mas não muitos)

Alguns testes acessíveis online podem te ajudar a se encaixar em grupos de perfis distintos (como o 16personalities) ou definir como você está se sentindo (como o teste psicológico das cores), porém muitos deles podem ser uma perda de tempo.

É importante lembrar que diversos testes disponíveis na internet são projetados com o intuito de entreter, e não têm um compromisso real com o autoconhecimento. Além disso, não existe uma ferramenta capaz de te “desvendar” ou definir como é sua personalidade. Só você pode fazer isso.

Desconfie de fórmulas mágicas, discursos motivacionais ou livros de autoajuda que prometem um “manual de instruções” para que você possa trilhar um caminho, se autoconhecer e parar. Este é um processo constante, que você deve vivenciar durante toda sua vida.

5. Procure por referências artísticas

Leia livros, assista a filmes, séries, peças de teatro…a arte é capaz de fazer você entender o que você valoriza, acredita e se identifica. Muitas vezes, você vai conseguir se conectar com o seu subconsciente, e se enxergar em diversas performances que combinam com o seu estilo. 

Também é pela arte que conseguimos nos expressar além da fala. Neste contexto, vale se juntar a um grupo de dança, fotografar, tocar um instrumento musical, criar um diário ou blog. Expressar-se de forma artística (com palavras ou não) certamente será uma atividade empoderadora para o seu autoconhecimento.

6. Comece a meditar

Somos suspeitos para falar de meditação, certo? Mas o que ela tem a ver com o autoconhecimento?

Na verdade, o processo meditativo é equivalente a “olhar para dentro”. Quando a gente dá uma pausa nas preocupações do dia para focar apenas na própria respiração ou nas sensações do corpo, passamos a redirecionar a atenção para alguns processos internos chave.

Com a prática regular e constante, você vai ter um domínio mais poderoso da sua mente. Vai aprender em quais momentos ela fica vagando em pensamentos aleatórios e aprenderá a lidar melhor com as distrações.

De modo geral, o autoconhecimento pode aumentar a sua produtividade e levar a mais resultados positivos no trabalho e carreira. Isso porque você será capaz de entender melhor quais são seus pontos fortes e fracos. Assim, poderá direcionar suas atitudes para otimizar sua performance no dia a dia.

Você também vai aprender a se respeitar mais, entendendo que seu nível de produtividade não é sempre igual todos os dias. Todos nós temos dias bons e ruins. Quanto mais você aprender sobre o que desencadeia as sensações positivas e negativas, mais evolui no seu processo de desenvolvimento pessoal.

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